Copenhaga, 08 Dez (Lusa) - A China considerou hoje "injustas" as críticas ao seu compromisso de reduzir a intensidade energética e contra-atacou defendendo que devem ser as nações ricas a cortar as suas emissões já que são as principais culpadas pelas alterações climáticas.
China considera "injustas" críticas e culpa ricos em dia que negociações começaram estimuladas pelos EUA.
Recentemente, a China, que juntamente com os Estados Unidos da América (EUA) é responsável por 40 por cento do dióxido de carbono emitido para a atmosfera, propôs reduzir entre 40 e 45 por cento a intensidade das suas emissões até 2020, em relação aos níveis de 2005.
O anúncio foi apresentado pelo Governo chinês como "uma acção voluntária" baseada nas "condições nacionais da China" e como "um grande contributo para o esforço global para atacar as mudanças climáticas". (Fonte:RTP)
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Copenhaga:China considera "injustas" críticas e culpa ricos em dia que negociações começaram estimuladas pelos EUA ...
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Congresso dos EUA escrutina estratégia afegã
China considera "injustas" críticas e culpa ricos em dia que negociações começaram estimuladas pelos EUA
"Copenhaga, 08 Dez (Lusa) - A China considerou hoje "injustas" as críticas ao seu compromisso de reduzir a intensidade energética e contra-atacou defendendo que devem ser as nações ricas a cortar as suas emissões já que são as principais culpadas pelas alterações climáticas.
Recentemente, a China, que juntamente com os Estados Unidos da América (EUA) é responsável por 40 por cento do dióxido de carbono emitido para a atmosfera, propôs reduzir entre 40 e 45 por cento a intensidade das suas emissões até 2020, em relação aos níveis de 2005.
O anúncio foi apresentado pelo Governo chinês como "uma acção voluntária" baseada nas "condições nacionais da China" e como "um grande contributo para o esforço global para atacar as mudanças climáticas"." (Fonte:RTP)
A lista dos que enganaram os porteiros da Casa Branca
O que se passou na cabeça de James Douglas Imes foi coisa que nunca se chegou a perceber. Este americano de 38 anos meteu-se ao volante da sua carrinha com a mulher à pendura e os dois filhos no banco de trás e entrou na Casa Branca pelo portão principal. Bastou-lhe fazer o seu ar mais pacato e tocar a buzina para que o deixassem passar sem uma pergunta.
O insólito episódio não é original. Desde 1980, o perímetro de segurança em torno do Presidente dos EUA foi violado 91 vezes. O número consta de um relatório dos serviços secretos que foi divulgado pelo Washington Post duas semanas depois de um casal americano ter entrado sem convite na Casa Branca no primeiro banquete oficial da era Barack Obama.
Tareq e Michaele Salahi tornaram-se os 'penetras' mais famosos do planeta quando publicaram no Facebook uma fotografia sua no jantar de recepção ao primeiro-ministro indiano Manmohan Singh.O director dos serviços secretos pediu desculpa pelo "erro humano" de três agentes que deixaram passar os bem vestidos Salahi.
A história é contada aos novos agentes para que não se deixem enganar. Aprender com os erros foi aliás a razão que levou a secreta a compilar informações sobre os intrusos em 2001 - o ano dos atentados de 11 de Setembro.
O director dos serviços secretos de então, Brian Stafford tomou a decisão depois de os agentes terem sido humilhados por Richard C. Weaver. Este padre californiano conseguiu chegar perto de George W. Bush no dia da tomada de posse para lhe apertar a mão. Mas antes disso tinha ido à missa com Bush e ao almoço da tomada de posse de Bill Clinton.
"Acredito que Deus me torna invisível", disse então Weaver que manipulava pessoas para ter bilhetes, dizia aos guardas que estava perdido ou à procura da casa de banho, e dava sempre "um ar de quem devia estar na festa".
Outro caso curioso foi o de Mary D'Aiuto, uma mulher que entrou na Casa Branca em 1998 para a Corrida aos Ovos, dizendo que tinha uma relação especial com o Presidente Bill Clinton. Semanas antes tinha sido desmascarada com a mesma mentira.
Em 1994, Stephan O. Winick, caçador de autógrafos, misturou-se num grupo onde estava Harrison Ford para conseguir apertar a mão ao presidente democrata. Winick foi um dos oito intrusos que chegaram perto de um presidente.
Na maioria das vezes, os penetras só procuram fama. Mas a vida de presidentes dos EUA esteve algumas vezes em risco. Em 1994 um homem foi morto depois de despenhar um avião na Casa Branca. Em 1981, John W. Hinckley alvejou Ronald Reagan mas de fora do perímetro de segurança." (Fonte:DN) Leia Mais…
Apresentada primeira nave de turismo espacial
"A Virgin Galactic revelou ao mundo, no deserto do Mojave, a primeira nave de turismo espacial. A Spaceship 2 deslizou pela pista no meio de temperaturas baixas e de um vento gélido, perante centenas de convidados de todo o mundo.
Os governadores da Califórnia e do Novo México (na foto, quando "baptizavam" a nave) foram das presenças mais aplaudidas. Arnold Schwarzeneger admitiu mesmo que os filhos detestam o emprego actual do pai, mas este é um daqueles dias em que lhe invejam a sorte. Já o governador do Novo México, Bill Richardson, apelou ao Presidente Obama para que apoie a indústria do turismo espacial.
A reforçar o futuro auspicioso deste sector, a Scaled Composites, parceira da Virgin Galactic, garante que não sentiu a recessão que está a varrer os Estados Unidos. Surgiram novos proejctos e tiveram de contratar mais engenheiros " (Fonte:SIC)
Al Gore diz que é precisa "urgência" na luta contra alterações climáticas
"Precisamos de tomar decisões políticas à escala do planeta para tentar obter as alterações necessárias e fazer com que os países chave do mundo resolvam a crise", declarou o prémio Nobel da Paz 2007 numa entrevista à cadeia televisiva France 3.
"Há mudanças significativas, nos EUA e na China, mas estas mudanças não vão tão longe como poderíamos esperar", referiu Al Gore.
"A cada dia a crise agrava-se com 90 milhões de toneladas de poluição que vão para a atomsfera e a comunidade científica advertiu que as consequências podem ser piores e conduzir à catástrofe, se não agirmos com urgência", disse.
Representantes de 192 países estão reunidos em Copenhaga, entre hoje e 18 de Dezembro, para concluir um acordo que deve entrar em vigor antes de expirar o Protocolo de Quioto, em Janeiro de 2013, para travar de forma vinculativa as emissões de dióxido de carbono. " (Fonte:SIC) Leia Mais…
Copenhaga avança para negociações técnicas estimulada pelo anúncio americano
"As negociações técnicas começaram hoje no segundo dia da conferência climática de Copenhaga, estimuladas pelo anúncio da Agência de Protecção Ambiental norte-americana (EPA) sobre a possível regulação das emissões de gases com efeito de estufa.
Reunidos na capital dinamarquesa até 18 de Dezembro para concluir um acordo mundial de luta contra o aquecimento global, os representantes de 192 países começaram os seus trabalhos em sub-grupos dedicados a questões como o combate à desflorestação, o financiamento da adaptação às alterações climáticas ou ainda os mecanismos de verificação dos compromissos dos diferentes países.
“Durante os próximos três ou quatro dias, o exercício consistirá em desbravar terreno”, resumiu hoje um negociador ocidental.
O anúncio feito ontem à tarde pela EPA – de que as emissões de gases com efeito de estufa são responsáveis pelo aquecimento global e que constituem uma ameaça à saúde pública – foi saudado com satisfação em Copenhaga.
“Isso vai contribuir para persuadir os delegados e observadores de outros países de que os Estados Unidos estão determinados a utilizar todas as ferramentas à sua disposição”, comentou David Doniger, da organização não governamental americana National Resources Defense Council.
Para a organização internacional Greenpeace, esta decisão representa “um sinal importante” para a conferência de Copenhaga. Significa que “o Presidente (Barack Obama) pode agir, qualquer que seja a decisão do Congresso sobre a redução das emissões de gases com efeito de estufa”.
As reduções de emissões estão a ser negociadas à porta-fechada em numerosas salas do Bella Centre, centro de congressos que acolhe diariamente, até 18 de Dezembro, 15 mil pessoas, 3500 das quais jornalistas.
Ontem à noite, a chanceler alemã Angela Merkel apelou à China e à Índia para fazerem mais em matéria de redução de emissões, para permitir a conclusão de um acordo em Copenhaga. O objectivo da conferência “deve ser concluir um acordo internacional para limitar o aquecimento global aos dois graus em 2050”, afirmou Merkel à televisão pública ZDF.
“Todos devem fazer mais, sobretudo países como a China e a Índia que actualmente não aceitam este objectivo dos dois graus”, acrescentou.
A Alemanha e outros países da União Europeia já prometeram reduzir as emissões em 20 por cento até 2020, em relação aos níveis de 1990, e 30 por cento se outros países aceitarem fazer mais. “Mas não há país ou continente que, sozinho, possa salvar o clima. Precisamos de um novo esforço internacional”, adiantou.
Mas a urgência em agir pelo clima não se limita aos delegados reunidos no Bella Center. Por exemplo, à saída do Metro, ninguém passa sem um autocolante, distribuído por jovens dinamarqueses que agradecem aos passageiros “terem escolhido viajar de Metro e assim economizar 85 por cento de CO2”.
Por outro lado, são muitas as organizações não governamentais presentes em Copenhaga que vão continuar a promover as negociações naquela cidade e no coração do Bella Center, para aumentar a pressão sobre as delegações." (Fonte:Público)
EUA: Assassino vai ser executado com método inédito...
Biros matou Tami Engstrom, de 22 anos, perto de Warren em 1991 depois de se ter oferecido para a levar a casa, quando esta saia de um bar, e espalhou de seguida partes do seu corpo no Ohio e Pensilvânia.
Será a primeira injecção, depois do Ohio ter alterado o método de usar três drogas na injecção letal passando para um único produto, decisão já anunciada pelos advogados como "uma experimentação humana".
"Trata-se de um método único no país e devemos utilizá-lo durante e execução de Kenneth Biros, a 8 Dezembro, a não ser que seja interposta uma acção judicial", declarou Julie Walburn, porta-voz dos autoridades penitenciárias do Ohio, durante uma conferência de imprensa na prisão de Lucasville onde se situa a câmara de execução.
"Somos o primeiro Estado no mundo as adoptar um método que utiliza um único produto e a prever uma solução de recurso", acrescentou.
Depois da equipa de execução, "formada e treinada", ter passado a 15 de Setembro duas horas a procurar em vão uma veia para colocar uma intravenosa em Romell Broom, que ia sair vivo da câmara de execução, as autoridades penitenciárias suspenderam as execuções e arranjaram uma solução.
Résultado: em vez de um protocolo que compreende três produtos injectados por intravenosa (um que anestesia, um que paralisa os músculos e um que pára o coração) utilizados um pouco por todo o lado nos Estados Unidos, o Ohio passara a utilizar apenas um, o anestesiante, mas numa dose letal. (Fonte: JN)
Novo avião espião dos Estados Unidos...
Nos Estados Unidos a luta contra os contrabandistas e traficantes de droga vai ser intensificada com uma nova arma. Trata-se de um avião espião. (Fonte:RTP)
Copenhaga espera sinais dos EUA...
A Cimeira do Clima, em Copenhaga, entra no dia dois, com mais esperança depois da agência americana para o ambiente ter declarado, publicamente que as emissões de dióxido de carbono são uma ameaça para a saúde. (Fonte: RTP)
