domingo, 31 de janeiro de 2010

Retaliação chinesa por venda de armas dos EUA a Taiwan

"Pequim ameaça Washington com repercussões em questões internacionais e congela contactos militares bilaterais.


A questão de Taiwan está a criar, mais uma vez, tensões entre os Governos de Washington e de Pequim, com este último a decretar uma série de retaliações após o Pentágono ter anunciado uma importante venda de material militar, no valor de 4,3 mil milhões de euros, ao Governo de Taipé.

Pequim garante que a cooperação bilateral em "importantes questões internacionais e regionais será inevitavelmente afectada", alusão velada ao nuclear norte-coreano e do Irão, em que os EUA necessitam da cooperação chinesa.

Enquanto membro permanente do Conselho de Segurança da ONU e prosseguindo uma agressiva estratégia diplomática e económica de afirmação da África ao Pacífico e à Ásia Central, onde em conjunto com a Rússia tem conseguido reduzir a influência dos EUA, Pequim pode agitar o fantasma "das consequências que nenhuma das duas partes deseja", como afirmava ontem o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, He Yafei.

No plano imediato, o Governo de Pequim congelou os contactos militares bilaterais de alto nível e vai aplicar sanções comerciais às empresas envolvidas na venda de 60 helicópteros UH-60 Black Hawk, baterias antimíssil Patriot, mísseis Harpoon e caça-minas Osprey a Taiwan. "A iniciativa americana de vender armas a Taiwan, que é parte integrante da China, representa uma intromissão escandalosa nos assuntos internos chineses e coloca em perigo a segurança nacional da China e os esforços de reunificação pacífica", lê-se no comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês que anunciou as sanções.

Pequim entregou um protesto urgente junto do Governo de Washington e chamou o adido militar da embaixada americana na capital chinesa para lhe comunicar a suspensão dos contactos bilaterais.

"A decisão de vender armamento a Taiwan (...) contribui para a segurança e para a estabilidade no estreito da Formosa", declarou, por seu lado, um porta-voz do Departamento de Estado americano. Pequim mantém um forte dispositivo militar na zona costeira face a Taiwan, no qual se incluem mais de mil mísseis. De forma recorrente, Pequim ameaça com sanções e retaliações os EUA sempre que está em causa a vendas de equipamento militar a Taipé. Estas contemplam apenas equipamentos defensivos, tendo a mais recente entrega ocorrido em Outubro de 2008. Na altura, Pequim também retaliou com a suspensão dos contactos militares com os EUA.

A venda tem ainda de ser analisada pelo Senado americano no espaço de 30 dias. A venda concretizar-se-á caso não sejam levantadas objecções."  (Fonte:DN)

Comentário: Tal como vimos em Geografia C a China não reconhece a independência de Taiwan, na mesma medida em que Taiwan se reconhece independente da China e isso tem causado alguns conflitos, como é agora o caso. As relações diplomáticas entre duas grandes potências como os EUA e a China, são sempre mantidas de forma muito susceptível, qualquer coisa serve para uma possível ruptura e uma ameaça de vingança o que prejudicara não só as potências como o mundo. A união da China com a Rússia e outras novas possíveis potências (os NPI) fazem temer um novo período de terror, mas como um objectivo diferente, derrotar os EUA reduzindo a sua influência no mundo, sinceramente é difícil dizer se isso é uma boa ou má ideia e se vai resultar bem ou mal, desde que não se avizinhe uma 3º Guerra Mundial, podem fazer o que lhes apetecer. Mais uma vez a ONU fica fragilizada com toda esta situação devido a posição permanente da China no conselho de segurança, se esta situação não se resolver rapidamente a ONU poderá voltar quase que a paralisar e a questão da Coreia e do Irão vão demorar a ter um fim.


Enfim, é o mal de estar tudo na mão destas potências…

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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010


«Obama respondeu ao pior momento da sua presidência com uma alocução a fazer lembrar os tempos de campanha eleitoral. No seu primeiro discurso do estado da União, o Presidente declarou guerra ao desemprego, ameaçou controlar as contas à força e depois disparou contra os lobistas, que sabotam as reformas, e os republicanos, que só sabem "dizer que não".


Foi um Barack Obama a fazer lembrar os tempos de campanha que ontem foi ao Congresso virar a página da presidência. Diante de democratas e republicanos, o homem que prometeu mudar a América colocou-se do lado do povo para atacar lobistas e banqueiros, e declarar guerra ao desemprego.

Num discurso de 70 minutos, que deixou 30 milhões de americanos colados à televisão, o Presidente exigiu que a lei de incentivo ao emprego chegue "à sua secretária sem demora" e prometeu congelar as despesas públicas durante três anos, nem que para isso tenha de usar do poder de veto contra o Congresso.

Uma semana depois da humilhante derrota no Massachusetts, Obama pediu uma nova oportunidade para mudar a América: "Passámos uma década difícil. Mas temos uma nova década à nossa frente. Eu não desisto. Vamos começar de novo." Com a popularidade em queda, irritou-se nas críticas aos lobistas que tentam "sabotar"a reforma da saúde e a regulação do sistema financeiro. Num tom populista, criticou o veredicto do Supremo Tribunal que elimina os limites no financiamento das empresas a candidatos: "As eleições na América não devem ser decididas por grupos de interesse mais poderosos, ou pior, por estrangeiros."

A oposição republicana também não passou incólume. Obama desafiou os conservadores "a pararem de dizer que não" e exigiu uma nova era de bipartidarismo. "Se insistem que são precisos 60 votos para fazer o que quer que seja nesta cidade, então partilham a responsabilidade de governar."

Não fugiu ao tema do combate ao aquecimento global e muito menos deu como perdida a reforma da saúde. "Não deixem cair essa reforma. Não agora, que estamos tão perto." Mas a economia foi o centro das atenções: "Um em cada dez americanos não consegue arranjar trabalho. Muitos negócios fecharam. Sei quais são os problemas das pessoas. Foi para os resolver que corri para Presidente."

Obama falou pouco de terrorismo, depois de ter assumido a responsabilidade pela tentativa de atentado num avião no Natal. A pensar na sua base liberal de apoio, defendeu a revogação da lei que fecha as portas do exército aos homossexuais. A política externa também foi relegada para segundo plano. Reclamou os louros da retirada do Iraque, defendeu o reforço da guerra no Afeganistão.

Os republicanos, que por várias vezes aplaudiram o Presidente na sala, não calaram as críticas à saída. Bob McDonnel, governador da Virgínia, disse que o congelamento da despesa é muito pouco. E John McCain, adversário de Obama na eleição de 2008, ficou surpreendido por o Presidente não abdicar da reforma da saúde. "Pensava que ele ia dizer 'Olhem, eu percebi a mensagem do Massachusetts , vamos começar do zero'. Isso teria passado o fardo para as nossas mãos.".» (Fonte:DN)

Comentário: Barack Obama mostrou a força e a garra que lhe era característica na época em que se candidata a presidência; deu confiança aos norte-americanos e deixou as suas estratégias muito bem definidas. Quer lutar do lado do povo (que de facto são quem mais precisa) e não abdica das suas promessas, sobretudo a da reforma da saúde, que tem dado muito que falar e que diverge as opiniões de democratas e republicanos. Mostrou-se disposto a fazer todos os sacrifícios pelo país e chegou mesmo a ameaçar utilizar o seu direito de veto para que consiga levar as suas decisões a bom porto. Apelou aos republicanos que deixassem de “dizer que não” de forma a unirem-se pelo bem de todos. Obama foi corajoso e disparou criticas em todas as direcções, que esperamos nós que dêem alguma resultado. Um presidente “populista” que continua firme na sua promessa de mudar os EUA e que afirmou não desistir, pedindo para que se comece de novo para ultrapassar mais uma década combatendo o desemprego, reformando a saúde e dando igualdade aos homossexuais para entrarem no exército. Foi um longo discurso de seguro e firme, que causou impacto em todo o país e que promete deixar marcas. A luta continua e este presidente que tem vindo a perder popularidade luta cada vez por aquilo em que acredita e por aquilo que prometeu ao seu povo. A força regressou aos EUA agora resta-nos esperar para ver se isto resulta em alguma coisa!

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Polícia investiga vídeo em que homem beija galinha no metro



"O que faz um homem dentro do Metro de Nova Iorque a abraçar e a beijar uma galinha? O departamento de trânsito de Nova Iorque, EUA, quer saber a resposta e está a investigar um vídeo publicado na Internet. Veja o vídeo.


As imagens, que estão a circular em blogues e que já foram colocadas no YouTube, mostram um indivíduo a acarinhar uma galinha dentro do metro, na passada terça-feira.

O gesto animou o dia de alguns passageiros, mas outros sentiram-se incomodados e, perante a cena insóltia, resolveram trocar de carruagem.

O departamento de trânsito de Nova Iorque, EUA, também não gostou da troca de mimos entre um homem e uma galinha e quer saber agora se a brincadeira foi organizada, revela o porta-voz Charles Seaton.

Certo é que nenhum dos passageiros apresentou queixa." (Fonte:JN)

Comentário: Os norte-americanos são um bocadinho confusos, se agem contra os animais é uma drama tremendo toda a gente exalta a importância dos animais, se alguém trata bem demais algum animal também dá problemas, isto é um verdadeiro contra-censo. Já não se pode ter um animal de estimação e dar-lhe carinho que somos logo investigados. Tudo bem que o senhor estava deitado no meio do chão, mas sabe-se lá se tinha algum problema na coluna. Quem estava incomodado com cena mudou de carruagem, quem estava a gostar divertiu-se e ainda teve tempo para filmar e fotografar. E se ninguém apresentou queixa relativamente ao que o pobre senhor fez porquê tanto drama? Era só um senhor e uma galinha a trocar carinho. Olhem que as vezes os animais são melhor companhia que algumas pessoas!

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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Cientistas querem simular erupções vulcânicas para bloquear o Sol...

Argumentam que a solução pode ajudar no combate ao aquecimento global a curto prazo, enquanto os cortes nas emissões de gases não surte efeito.

Um grupo de cientistas quer bloquear os raios nocivos do Sol simulando erupções vulcânicas. Os investigadores argumentam que o sistema pode ser 100 vezes mais barato que o investimento na redução de gazes de estufa e pode baixar a temperatura global muito mais rapidamente.
E os investigadores David Keith, da University of Calgary (Canadá), Edward Parson, da University of Michigan (EUA) e Granger Morgan, do Carnegie Mellon University (EUA) deixam o alerta no artigo que escrevem para a revista «Nature»: é preciso fazer alguma coisa, antes que seja tarde demais.
«Muitos cientistas têm questionado a investigação sobre a gestão da radiação solar, dizendo que isso vai reduzir a vontade política de atacar as emissões de gases com efeito de estufa. Pensamos que os riscos de não fazer pesquisa superam os riscos de fazê-la», escrevem os cientistas, citados pelo jornal britânico «The Telegraph».
A hipótese lançada pelos cientistas permitiria lançar patículas de sulfato na atmosfera capazes de bloquear os raios nocivos do Sol. ( Fonte:TVI24)

Comentário: Se é essa uma das soluções e venha ela! Não sei é se terá o efeito desejado, mas, confesso que, não entendo bem este sistema que está a ser investigado e a ser uma solução que pode ajudar a combater o aquecimento global. Como é que as partículas de sulfato bloqueiam os raios nocivos do Sol?
Bem, se for uma solução e contribuir para a melhora deste clima "esquesito", só é bom.

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Matou os pais por não querer arrumar o quarto

"Um adolescente americano será julgado na próxima semana por ter assassinado a mãe e seu padrasto, alegadamente porque não queria realizar tarefas domésticas.


John Caudle, de 14 anos, de Monte Vista, no Colorado, disse à Polícia que o casal insistia para que ele arrumasse o quarto e tirasse o lixo de casa. Confessou que, numa tarde de Outubro de 2009, após uma zanga com a mãe, pegou num revólver, de calibre 22 - que ficava guardado num cofre - e atirou enquanto a mãe via televisão. Em seguida, Caudle contou que se escondeu e esperou pelo padrasto e o atingiu com um tiro na cabeça.

Os corpos de Joanne Rinebarger, de 34 anos, e Tracy Rinebarger, de 38, foram encontrados por familiares. Caudle fugiu com a carrinha do padrasto, mas foi entretanto capturado." (Fonte:JN)

Comentário: Se cada um de nós matasse os nossos pais sempre que não nos apetece arrumar o quarto, não havia pais para ninguém. Ainda por cima um rapazinho de 14 anos que não tem mais nada para fazer na vida mata os pais porque simplesmente não quer arrumar. Isto será normal? Não da para entender o que leva esta criança a pegar na arma e atirar sobre a própria mãe. Porém até dá para entender a atitude do miúdo com tantas series, filmes e noticias que de uma forma ou de outra incitam a violência, o miúdo só fez aquilo que vê os adultos fazerem e julgam que isso é normalíssimo. Isto para não falar que o Rapaz teve acesso a uma arma que estava no cofre, supostamente ele não deveria ter acesso a uma arma, afinal é menor e não conhece os perigos das coisas. De certa forma a culpa é dos pais que deixam sempre as criancinhas fazerem tudo o que querem e quando chega a hora de impor ordem são violentados e desrespeitados pelos próprios filhos!

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Apple lança o revolucionário iPad



"O tão aguardado computador table, totalmente táctil, foi anunciado por Steve Jobs. A versão mais barata custará 499 dólares


Steve Jobs, CEO da Apple, lançou há poucos instantes o iPad, um revolucionário computador, de ecrã totalmente táctil e sem qualquer teclado. É uma espécie de iPhone gigante, com as capacidades técnicas de um computador portátil.


Confirmando os rumores dos últimos dias, trata-se de um aparelho mais leve e mais portátil do que a concorrência de netbooks e que também vai tentar tirar mercado ao iKindle, que é um leitor de livros electrónicos.

O iPad tem tudo o que um iPhone tem, inclusivamente mapas, ligação directa ao iTunes, leitura de páginas de Internet de forma horizontal e vertical, sendo que o seu teclado é táctil, directamente no ecrã. Mas não faz chamadas, é um computador.

As suas dimensões são impressionantes: 1.27 centímetros de espessura, 680 gramas de peso e um ecrã de 9,7 polegadas.

O processador A4, da Apple, tem 1Ghz e virá em opções de 16, 32 e 64 GB. Virá com acelerómetro, bussula, colunas, entrada para microfone, wireless e bluetooth. A bateria terá dez horas de autonomia

Os primeiros vão estar à venda daqui a dois meses com os seguintes preços: 16 GB por 499 dólares, 32 GB por 599 dólares e 64 GB por 699 dólares. Também haverá versões com placas 3G integradas, mas custarão mais 130 dólares cada. Normalmente, os produtos da Apple não fazem cambio, pelo que o mais certo é que na Europa o iPad mais barato custe 499 euros.

Tal como um iPhone, vai poder ter aplicações (inclusivamente jogos) e terá uma loja especial para compra de livros (concorrência directa à Amazon), denominada iBookstore." (Fonte:TVI24)

Comentário: Na ânsia de terem sempre o último grito de toda a tecnologia inventam tudo, fazem tudo só para serem os primeiros, os melhores e para roubaram clientes á concorrência. Adorei a discrição deste fascinante produto, comparativamente ao IPhone faz tudo menos chamadas porque obviamente é um computador.:) Nesta área da tecnologia a concorrência é completamente desleal e acelerada, mas há sempre quem ganhe com isso, nós consumidores, beneficiamos com preços mais baixos, com mais variedade de escolha e em muitas situações até podemos combinar o que melhor há de cada marca. Digam lá, isto é óptimo não é? Agora juntem dinheirinho porque quem estiver interessado nesta nova máquina da tecnologia vai ter que dispensar uns eurinhos! :)

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Cocas fecha escola nos EUA

"Uma escola nos Estados Unidos foi fechada porque a polícia confundiu um peluche do Cocas, o boneco dos Marretas, com uma bomba


Segundo a reportagem do programa «Daily Camera», as autoridades encontraram no parque de estacionamento de uma escola de Lafayette um pacote suspeito - que não passava de um boneco.


A polícia mandou fechar a escola até retirar o peluche, que apresentava manchas suspeitas que pareciam ser de sangue, e está agora a examinar o Cocas.

Apesar do porta-voz do distrito escolar, Briggs Gamblin, esperar que o caso seja tratado de forma séria pela polícia, alunos da escola acreditam tratar-se de uma brincadeira de algum colega." (Fonte:TVI24)

Comentário: Os norte-americanos depois dos ataques desbastadores as Torres Gémeas, ficaram completamente obcecados com ataques bombistas. Acredito que a preocupação deles não seja por mal, mas chega a ser completamente obsessiva, tudo o que estiver for dos parâmetros de normalidade já é suspeita de um ataque terrorista. Era só um simples peluche verde um pouco sujo, o que é que isso tem de mal? Tudo bem que há gente para tudo neste mundo, o que não falta por aí a solta são psicopatas, mas não são necessários exageros. Porque daqui a pouco não põem o pé fora de casa com medo que lhes caia uma bomba na cabeça. Precisam deixar de lado a ideia de perseguição e tentar ser mais racionais!

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terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Apple lança novo computador táctil quarta-feira...


Steve Jobs mostrou-se muito entusiasmado com o lançamento do iSlate.

A norte-americana Apple lança quarta-feira em S. Francisco um «grande produto» que deverá ser o novo computador em formato «tablet», uma espécie de iPhone «gigante», segundo foi divulgado pela imprensa, apesar do secretismo da empresa sobre o assunto.
O «novo grande produto» será dado a conhecer ao público, depois de o presidente da Apple, Steve Jobs, ter apresentado resultados financeiros positivos para o quarto trimestre, aproveitando o momento para fazer uma declaração que poderá indicar que o «tablet PC» será o novo aparelho.
«Os novos produtos que estamos planear lançar este ano são muito fortes, a começar já nesta semana em que vamos lançar um importante novo produto com que estamos muito animados», disse Steve Jobs.
A confirmarem-se as notícias, o novo PC táctil deverá chamar-se iSlate, uma designação registada pela criadora dos Mac, iPod e iPhone ainda em 2007, tanto na Europa como nos Estados Unidos, e poderá revolucionar o mercado dos «netbooks».
O novo produto deverá concorrer com outros aparelhos «tablet» semelhantes aos lançados pela Microsoft e Dell no Consumer Electronics Show (CES), em Los Angeles.
O anúncio já foi alvo de diversas notícias, comentários em blogues e rumores, onde é considerado como o equipamento da Apple mais esperado desde o lançamento do iPhone há três anos.
Apesar disso, a Apple não revela o novo aparelho, mas já enviou os convites à imprensa para a divulgação da surpresa que decorrerá quarta-feira nos EUA. (Fonte: TVI24)

Comentário: Eis o produto mais esperado destes últimos tempos. Já foi confirmado o lançamento do " novo computador táctil" que será, pela notícia em si, uma revelação até ao último instante. Contudo, a descida do preço do iPhone dever-se-à a este inovador produto que levará a que haja uma maior competição no mercado dos aparelhos móveis. A tecnologia cada vez mais é surpreendente e competitiva.

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EUA prontos a aceitar talibãs no Governo do Afeganistão


"A capital britânica é palco, esta semana, de uma conferência internacional sobre o Afeganistão, país onde as tropas do Ocidente se encontram há oito anos para derrotar os talibãs. Ontem, o diário britânico The Times dava conta da existência de um plano para levar a paz ao referido país.

Um rascunho do comunicado a ser apresentado no fim da conferência, que começa na quinta-feira, dá conta de que os governos dos países presentes - os mesmos que têm tropas no terreno - concordam em pagar centenas de milhões de euros aos talibãs para que estes abandonem a luta. Deste plano de reconciliação faz também parte a promessa de "um lugar honroso na sociedade" afegã para aqueles que cortarem "os laços com a Al-Qaeda e com outros grupos terroristas".

A ideia de diálogo com os talibãs já havia sido avançada na semana passada pelo secretário da Defesa dos EUA. Robert Gates indiciou a hipótese de um acordo com os talibãs quando os descreveu como fazendo parte do "tecido político" do Afeganistão.

Mas, segundo o documento a ser conhecido em Londres, a guerra irá durar "mais cinco anos"." (Fonte:DN)

Comentário: Todos se mostram muito interessado na paz em todos os países, sobretudo nos mais problemáticos, como é o caso do Afeganistão, e na defesa da suas populações (sempre a favor da paz, dizem eles). Contudo dizem que nunca conseguem chegar a um acordo e que têm que permanecer mais tempo até as coisas normalizarem, o problema é que as coisas nunca normalizam e o tão esperado consenso tarda em chegar. O mundo da política é sem duvida assustador e desumano, brincam aos soldados num país que nem sequer lhes pertence, e que se calhar se numa lá tivessem entrado eles não davam problemas, mas os interesses políticos não deixam espaço para pensar nas graves consequências sociais que as ocupações podem ter para as populações. Isto faz lembrar a descolonização, os colonizadores empatam ao máximo a saída do país para terem tempo de se apoderar de cada vez mais coisas, e quando saem, deixam marcas profundas em toda a estrutura política e social do país e nunca mais se preocupam.

E tal como é refiro na noticia acima, podem ate chegar a um acordo mas a noticia de paz e ponderar deixar o Afeganistão, mas a guerra ainda terá cinco tenebrosos anos pela frente, e ninguém em momento algum pensara nas pessoas que todos os dias sofrem e perdem alguém devido ao pânico que lá foi instalado.

Enfim, é a política que temos!

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Obama anuncia medidas de apoio à classe média


"Depois de um revés eleitoral na semana passada, o presidente norte-americano reuniu hoje a sua equipa económica para discutir medidas de apoio à classe média, um dos principais temas da intervenção de Barack Obama quarta-feira no Congresso.

"Acabámos de sair de uma das décadas mais difíceis para a classe média, uma década na qual o salário médio baixou", afirmou Obama, após a reunião de hoje na Casa Branca.


Segundo o presidente, criar novos postos de trabalho e reduzir o desemprego é "uma das medidas mais importantes para reconstruir a classe média". A taxa de desemprego nos Estados Unidos ronda os 10 por cento.

Obama prometeu lutar "para que os americanos encontrem trabalho, para criar empregos que permitam um reforço da economia a longo prazo".

A administração norte-americana vai apresentar um pacote de medidas que visa atenuar os encargos das famílias que têm filhos pequenos, estudantes ou idosos a seu cargo, incluindo benefícios fiscais.

No caso dos estudantes, as prestações de pagamento de empréstimos ficarão limitadas ao máximo de de 10 por cento do rendimento.

Segundo a Casa Branca, a reunião de hoje antecipa o discurso do Estado da União que o presidente fará no Congresso e no qual apresenta as prioridades do seu programa para o ano.

A criação de empregos estáveis, a redução do défice e a luta pela melhoria de vida da classe média são temas centrais de um discurso considerado crucial, tendo em vista que em Novembro se realizam eleições intercalares nos Estados Unidos.

Na passada terça-feira, um republicano foi eleito pelo estado de Massachusetts para o Senado, um lugar ocupado durante quase 50 anos pelo democrata Edward Kennedy e os democratas perderam a maioria qualificada que tinham nesta câmara." (Fonte SIC)

Comentário: Já há muito que se tem vindo a falar que Obama começa a perder a popularidade que tinha quando foi eleito, e consequentemente o partido democrata também perde popularidade, prova disso foi a eleição no estado de Massachusetts em que um republicano conseguiu a posição no senado que já há 50 anos pertencia ao partido democrático, sem duvida uma grande perda para o partido. Porém os norte-americanos esquecem-se que não se pode fazer tudo do dia para a noite, e que apesar de Obama ser o presidente não manda sozinho, por isso é que muitas das suas promessas estão a demorar a ser cumpridas.


Esta medida a favor da classe média agora defendida por Barack Obama para além de vir na altura certa devido a grande crise atravessada, vem também como manobra política para restaurar a sua popularidade e a confiança que os norte-americanos devem ainda manter nele. As provedoras estão esperançosas de que este promissor presidente não esqueça todos os eleitores que o puseram no poder, e não deixe de lutar pelas suas convicções devido a interesses maiores, e que não se deixe influenciar pelas politiquices menos lícitas.

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